Massacre de Katyn – uma história do comunismo assassino

Katyn Massacre

Por Pedro Valadares

Assisti ao ótimo e impressionante filme Katyn, que conta  a história de um assassinato em massa cometido pelo regime comunista de Stalin contra  cidadãos poloneses durante a 2ª Guerra Mundial em 1940. Ao todo, mais de 22 mil pessoas foram executadas a sangue frio por soldados do Comissariado do Povo para Assuntos Internos (NKVD), a polícia secreta soviética, comandada por Lavrentiy Beria. Eles eram acusados de espionagem e propaganda anti comunista.

Entres as vítimas do genocídio, aproximadamente 6 mil eram oficiais do exército e da polícia da Polônia. O restante era composto de civis, a maioria integrante da intelectualidade polonesa, formada por artistas, professores, escritores, pesquisadores ente outros.

A covarde ditadura comunista atribuiu o crime aos oficiais do governo nazista alemão. Durante a invasão germânica, muitos militares e civis poloneses resistiram, contudo, com o avanço das tropas de Hitler, eles decidiram fugir para leste e entregar-se às tropas russas, considerando que essas lhe dariam melhor tratamento. Triste engano. Acabaram vitimados por um dos mais frios massacres da história.

Cúmplices

O pior é que a mentira da ditadura soviética colou e os alemães acabaram condenados pelos horrores da floresta de Katyn no tribunal de Nuremberg. Durante 45 anos, mesmo diante de diversas evidências, a esquerda ocidental defendeu Stalin.

Enquanto isso, a polícia secreta da Rússia perseguia familiares das vítimas do genocídio, obrigando-os a assinar documentos que imputavam a culpa ao regime nazista. Aqueles que se recusavam eram presos e torturados. Além disso, os parentes eram impedidos de celebrar missas para os que se foram, já que o comissariados vermelho pregava a inexistência de Deus. Nem mesmo uma lápide para os falecidos era permitido construir. Todos os mortos foram jogados em valas comuns e enterrados como indigentes.

Somente em 1990, o presidente russo Mikhaïl Gorbatchev reconheceu a responsabilidade da União Soviética no massacre de Katyn. Contudo, como todos os responsáveis pelo genocídio já haviam morrido, nada aconteceu e ninguém foi penalizado.

Conclusão

Atualmente, muitas pessoas ainda enxergam o comunismo como um regime do bem, que visa melhorar a vida do povo. O filme Katyn é um bom lembrete de como esse tipo de ideologia foi cruel e sanguinária. É triste ver hoje pessoas idolatrando Stalin, que nada mais foi do que um ditador genocida, que comandou a execução de milhares de inocentes e destroçou famílias.

Por isso, recomendo fortemente que todos assistam a essa importante peça documental e não deixe que crimes como o massacre de Katyn sejam obscurecidos por militantes comunistas:

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Um comentário sobre “Massacre de Katyn – uma história do comunismo assassino

  1. Bom texto, mas na parte em que você fala sobre as pessoas acharem o comunismo bom e relacionar isto com Stalin é um equívoco. Stalin foi um grande genocida, contra isto ninguém dúvida, contudo o regime que ele teve foi uma ditadura, onde quem não obedecesse era morto, nada de comunismo.

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